2 anos de The House: a estrutura que nasceu de um incômodo e virou parte do mercado imobiliário

Toda transformação começa com uma pergunta que incomoda. Antes da The House existir, essa pergunta já rondava o mercado de crédito imobiliário: por que essa etapa da jornada ainda precisava ser tão burocrática, tão concentrada nas mãos de poucos e tão pouco transparente para quem estava na ponta?

Foi desse incômodo que nasceu a decisão de construir um caminho diferente.

Hoje, dois anos depois, essa decisão vira número, vira estrutura, vira time e vira mercado. Não começamos do zero.

A The House não nasceu de uma ideia isolada. Nasceu da experiência, da tecnologia, das pessoas e dos aprendizados construídos ao longo da trajetória do Grupo Teddy.

Essa base deu velocidade, segurança e capacidade de execução desde o primeiro dia. Mas também deu espaço para construir algo com identidade própria: uma estrutura pensada especificamente para os desafios do crédito imobiliário, com autonomia para crescer no seu próprio ritmo.

Foi esse equilíbrio entre herança e reinvenção que sustentou os passos seguintes.

O que vem antes do resultado

Nenhuma trajetória de crescimento é feita só da parte que aparece.

Antes dos números, vieram as dúvidas. Vieram os processos que precisaram ser testados, ajustados e refeitos. Vieram os “nãos” de quem ainda não conseguia enxergar o que estava sendo construído.

Foi nesse início, muitas vezes silencioso, que a The House aprendeu a ouvir o mercado, corrigir a rota e seguir construindo mesmo sem todas as respostas prontas.

Essa fase não teve grandes anúncios. Mas foi ela que sustentou tudo o que veio depois.

Os números que dão razão à pergunta inicial

No primeiro semestre de 2026, a The House emitiu R$ 510 milhões em crédito imobiliário. Um resultado que já mostrava, com dados, que aquele incômodo inicial tinha razão de existir.

O melhor semestre da história da empresa veio acompanhado de mais de 15 instituições financeiras conectadas à operação. Um crescimento de três vezes entre 2024 e 2025.

Mas os números que mais dizem sobre o tipo de empresa que a The House está se tornando talvez não sejam os financeiros.

92% de participação no GPTW. NPS de 67,1.

Voltamos, então, para a pergunta que sustenta todo negócio que quer crescer de forma consistente: crescer para quê, e para quem?

Uma conquista que tem nome

É fácil transformar dois anos de trajetória em uma linha do tempo de resultados. Mas por trás de cada número emitido existe uma decisão tomada por alguém, uma dúvida resolvida por um time, uma parceria construída com confiança.

Essa história tem nome: Henrique Motta, Welliton Moura e Herbert Padilha lideraram a construção dessa estrutura. Mas ela pertence a cada pessoa do time e a cada parceiro que decidiu apostar na The House antes de ela ter todas as respostas.

Comemorar dois anos, nesse sentido, é comemorar mais do que uma marca. É reconhecer as pessoas que transformaram uma pergunta em relacionamento, tecnologia e resultado.

O que vem depois de dois anos

Se os primeiros dois anos foram sobre construir a base e provar que aquele incômodo inicial fazia sentido, os próximos são sobre consolidar, acelerar e liderar.

2026 consolida. 2027 acelera. 2028 lidera.

Essa não é apenas uma projeção. É a continuidade natural de uma trajetória que começou com uma pergunta incômoda sobre como o crédito imobiliário deveria funcionar, e que segue construindo, todos os dias, a resposta para ela.

O crédito imobiliário brasileiro vai rodar na The House.

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Juliana Lima

Quem escreveu este post

Formada em Jornalismo e possui pós-graduação em Gestão da Comunicação Digital e Mídias Sociais. Com uma sólida formação acadêmica, ela se especializa na criação de conteúdos estratégicos e na aplicação de técnicas de comunicação digital. Sua expertise na produção de textos criativos e impactantes é acompanhada por um profundo conhecimento das tendências digitais, o que a torna uma referência na área.

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